"A beleza ainda me emociona muito. Não só a beleza física, mas a beleza natural. Hoje, com quase oitenta e cinco anos, tenho uma visão da natureza muito mais rica do que eu tinha quando era jovem. Eu reparava mais em certas formas de beleza. Mas, hoje, a natureza, para mim, é um repertório surpreendente de coisas magníficas e coisas belas. Contemplar o vôo do pássaro, contemplar uma pomba ou uma rolinha que pousa na minha janela...
Fico estático vendo a maravilha que é aquele bichinho que voou para cima de mim, à procura de comida ou de nem sei o quê. A inter-relação dos seres vivos e a integração dos seres vivos no meio natural, para mim, é uma coisa que considero sublime."
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Sim mestre Drummond !
terça-feira, 1 de julho de 2008
Eu tive infância !
Inesquecíveis livros de minha infância: Coleção Vagalume.
Para relembrar, eis aqui a lista de livros desta coleção de literatura infanto-juvenil (Editora Ática):
A Aldeia Sagrada
A Árvore que Dava Dinheiro
A Charada do Sol e da Chuva
A Grande Fuga
A Grande Virada
A Guerra do Lanche
A Ilha Perdida
A Ladeira da Saudade
A Magia da Árvore Luminosa
A Maldição do Tesouro do Faraó
A Montanha das Duas Cabeças
A Noite dos Quatro Furacões
A Primeira Reportagem
A Serra dos Dois Meninos
A Turma da Rua Quinze
A Vida Secreta de Jonas
A Vingança da Cobra
Açúcar Amargo
Agitação à Beira-Mar
Ameaça nas Trilhas do Tarô
Aventura no Império do Sol
Aventuras de Xisto
Bem-Vindos ao Rio
Cabra das Rocas
Cabra das Rocas
Cem Noites Tapuias
Confusões & Calafrios
Coração de Onça
Correndo contra o Destino
Corrida Infernal
Crescer É uma Aventura
Deu a Louca no Tempo
Deus me Livre!
Dinheiro do Céu
Doze Horas de Terror
Em Busca do Diamante
Em Busca do Diamante
Enigma na Televisão
Éramos Seis
Garra de Campeão
Gincana da Morte
Jogo Sujo
Manobra Radical
Menino de Asas
Meninos sem Pátria
Missão no Oriente
Morte no Colégio
Na Barreira do Inferno
Na Ilha do Dragão
Na Mira do Vampiro
Na Rota do Perigo
Nas Ondas do Surfe
O Brinquedo Misterioso
O Brinquedo Misterioso
O Caso da Borboleta Atíria
O Desafio do Pantanal
O Diabo no Porta-malas
O Escaravelho do Diabo
O Fabricante de Terremotos
O Fantasma de Tio William
O Feijão e o Sonho
O Gigante de Botas
O Grito do Hip-Hop
O Jogo do Camaleão
O Mistério da Cidade-Fantasma
O Mistério do Cinco Estrelas
O Mistério dos Morros Dourados
O Ninho dos Gaviões
O Ouro do Fantasma
O Outro Lado da Ilha
O Preço da Coragem
O Primeiro Amor e Outros Perigos
O Rapto do Garoto de Ouro
O Robô que Virou Gente
O Segredo dos Índios
O Segredo dos Sinais Mágicos
O Senhor da Água
O Super Tênis
Office-Boy em Apuros
Operação Nova York
Os Barcos de Papel
Os Meninos da Rua Quinze
Os Passageiros do Futuro
Os Pequenos Jangadeiros
Pega Ladrão
Perigos no Mar
Quem Está Perseguindo Zero-Zero-Au?
Quem Manda Já Morreu
S.O.S. Ararinha-Azul
Segura, Peão!
Sozinha no Mundo
Spharion
Tem Lagartixa no Computador
Terror na Festa
Tonico
Tonico e Carniça
Tráfico de Anjos
Um Cadáver Ouve Rádio
Um Gnomo na Minha Horta
Um Inimigo em Cada Esquina
Um Leão em Família
Um Rosto no Computador
Vencer ou Vencer
Viagem pelo Ombro da Minha Jaqueta
Xisto e o Pássaro Cósmico
Xisto no Espaço
Zezinho, o Dono da Porquinha Preta
A mí me gusta !
Seria interessante que nós, brasileiros, conhecêssemos mais da cultura de "nuestros hermanos", como por exemplo de Julieta Venegas. Essa talentosa cantora, que nasceu nos EUA mas que canta e encanta com o idioma espanhol. Vale a pena conferir !
segunda-feira, 30 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008

Não sou nada.
Janelas do meu quarto,
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Falhei em tudo.
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
(Come chocolates, pequena;Come chocolates!
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Vivi, estudei, amei e até cri,
Fiz de mim o que não soubeE o que podia fazer de mim não o fiz.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Sempre uma coisa defronte da outra,
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
Depois deito-me para trás na cadeira
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
segunda-feira, 9 de junho de 2008

Beatriz acorda às 06:00 hs após poucas horas de sono.
Domingo...era para dormir até tarde!
08 de junho ... meu último dia de férias.
Só Drummond para me entender mesmo.
Poema que aconteceu (Drummond)
sábado, 7 de junho de 2008
Essa semana enquanto estava de férias recebi um e-mail que tinha o título “Para os que gostam das mulheres magrinhas” com algumas fotos em anexo que trazia imagens de mulheres anórexicas em poses de modelo.
E eu me pergunto: o que faz uma pessoa incentivar esse tipo de idéia? Além da ignorância a respeito de um transtorno alimentar grave que leva muitas pessoas a morte. Com tantas coisas interessantes a serem propagadas, porque isso ?
O que faz o homem ser precário em seu tempo disponível a ponto de buscar esse tipo de conteúdo. Me faz lembrar a música “Perfeição” do Legião Urbana:
segunda-feira, 5 de maio de 2008
A luz que ali entra provém de uma imensa a alta fogueira externa. Entre ele e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela os prisioneiros enxergam na parede no fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.
Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginavam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.
Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.
Num primeiro momento ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda a sua vida, não vira senão sombra de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.
Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidissem sair da caverna rumo à realidade.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Momento Sublime

Depois de ler o livro infantil “A vaca voadora” (1972) sugerido para a matéria de Literatura Infantil e Juvenil, fiquei curiosa para saber mais sobre a autora dessa divertida história.
Fui atrás sites e livros que falassem de EDY LIMA, e graças a colaboração de Emilia Miranda, tive a felicidade de manter contato com essa escritora:
Edy Lima é jornalista, ficcionista, teatróloga e roteirista de cinema. Começou a escrever cedo, aos 17 anos. Gaúcha, viveu muito tempo em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ganhou vários prêmios com sua obra, entre eles o Jabuti. Seus livros apresentam um mundo em que se mesclam magia, fantasia e histórias simples e delicadas.
Conversei por pouco mais de meia hora com Edy, mas que me valeram muito.
Falamos sobre as leituras da infância, os bons livros, alguns excelentes autores e momentos da história da literatura. Uma conversa agradável com uma pessoa que tinha tanto para me contar... Além de minha curiosidade sobre Mario Quintana e Monteiro Lobato, dos quais ela conheceu, Edy me falou de muitos momentos de sua vida em que a literatura andou de mãos dadas com ela.
No fim da entrevista, ela me deixou uma frase...
“Goste do que você faz, pois além de você fazer bem, isso lhe fará feliz”
E uma sugestão de leitura: A quadratura do círculo (Edy Lima).
Momento sublime para guardar na memória...









